sábado, 19 de julho de 2014

Uma reflexão sobre o Naipe de Espadas: Instinto

                                                                                                              Ivan Mir
             
Na nossa Escola, a Antiga Escola do Tarô, explana que os Naipes dos Arcanos Menores: Ouros, Copas, Espadas e Bastões estão ligados aos quatro elementos: terra, água, ar e fogo (originados do primeiro elemento: o éter), aos quatro temperamentos: fleumático, melancólico, colérico, sanguíneo, às quatro naturezas, ou seja, características da matéria: seco (terra), úmido (água), frio (ar), quente (radiante).                 
No que tange ao Naipe de Espadas, percebemos uma ligação com o nível instintivo, observando o objeto em questão: Espada é um instrumento, uma arma, dura, fria, usada pelo guerreiro para atacar ou defender-se de algum perigo que venha contra si, jamais desembainhada sem algum propósito, está ligada à preservação da vida, à sobrevivência no plano material. É o instinto básico que qualquer ser humano traz consigo. O desejo de lutar pela vida.
Para discorrermos sobre a ligação Naipe de Espadas – Instinto, podemos trazer à tona o que a Tradição Oriental, principalmente a Tradição Dravidiana Matriarcal Tântrica, nos diz sobre a mente. O plano instintivo é bem diferente do plano mental.
Segundo o conceito oriental: a mente é uma função que assimila o que vem do exterior e envia imediatamente os dados, as informações para outras instâncias. É como se a mente fosse a UCLA, a Unidade de Controle Lógica e Aritmética do computador e a Consciência, a placa-mãe.
A mente é o PABX, o pombo-correio que tem de ser rápida para transmitir as mensagens de maneira eficaz. Mas, ela sozinha não possui valor algum, precisa estar ligada a uma intricada rede. Essa rede, na mesma tradição, é apresentada como composta de nove corpos, desde os mais sutis até o mais denso: o Espírito, o Corpo Akáshico, o Corpo Causal, o Corpo Psíquico, o Corpo Mental, o Corpo Astral, Corpo Energético, o Corpo Vital e o Corpo Físico.
É possível correlacionar os Arcanos Maiores com todos os Corpos Sutis, mas no caso dos Arcanos Menores essa ligação fica restrita ao esquema abaixo:



Naipes
OUROS
COPAS
ESPADAS
BASTÕES
Significados
Caráter
Emoção
Instinto
Inteligência
Corpos
Corpo Causal
Corpo Astral
Corpo Vital
Corpo Psíquico
Temperamentos
Fleumático
Melancólico
Colérico
Sanguíneo
Natureza
Seco
Úmido
Frio
Quente
Estados
Sólido
Líquido
Gasoso
Radiante



Assim, não se vê o corpo mental apresentado no naipe de bastões, nem ligado à inteligência, pois quem pensa é a Consciência, não a mente. Entretanto, corpo ou a instância mental é um dos mais importantes, é ele que vai fazer a ligação das várias instâncias, para que a comunicação seja plena de percepção. Mas, ele faz parte de um todo, não age isoladamente, funciona como instrumento de comunicação, de ligação, de intermediação, de ponte entre os outros corpos sutis. Isolado, não tem sentido algum de ele existir.  A mente age com o ego, é condicionada a fazer tal tarefa, não tem iniciativa, nem criatividade.
Essa composição é que dá forma a tudo o que existe na matéria. Por isso, dizemos que os Arcanos Menores é que dão sustentação no plano físico aos Arcanos Maiores; sem eles, o Tarot, ou seja, O Caminho do Louco seria insustentável, impossível de ser realizado!
Para elucidar a ligação do Naipe de Espadas ao instinto, podemos observar, por exemplo, o nascimento de uma criança: quando ocorre o primeiro hausto de vida, a primeira inalação, a reação é o choro, pois este é o indicador de que ela está respirando: o ar entra pelas narinas, passa pelas fossas nasais, pela laringe, passando pela traquéia, pelos pulmões até a chegada à região ventral, localização do Manipura Chakra, setor ligado ao instinto. Isso se torna visivelmente claro também quando imaginamos certa situação: um motorista, numa autoestrada, em velocidade avançada, virando o volante do carro para entrar em uma curva e tem de fazer uma manobra radical, pois percebe que em sua direção vem um caminhão. A parte do corpo humano que diz que há algum perigo iminente não é a mente, mas o instinto: é o frio na barriga pelo susto, causado pela surpresa ao encontrar um obstáculo que poderia destruir sua vida em segundos!  Umalarme que tem de agir rapidamente em situações adversas. A mente nunca daria conta disso!

No Oriente, diz-se sobre os Vrittis que são oscilações mentais e continuamente nos afetam, mas eles são movidos pelos desejos, pelos instintos. Oscilações em nível instintivo provocam oscilações em nível físico, emocional, mental, em nível do temperamento, nossas necessidades primárias obstruem a mente, gerando essas perturbações. Algumas escolas colocam o Naipe de Espadas ligado à mente. Na nossa perspectiva, são os instintos que, ao serem acionados, provocam perturbações na mente e não o contrário. Eles cumprem a sua função primeva: a sobrevivência. O elemento ar está ligado a esse Naipe, demonstrando, no caso do temperamento colérico, certa volubilidade, inconstância, preocupação; toma atitudes rápidas, que se dependesse da mente, estaria arriscando sua própria vida.  Talvez, a dificuldade de aceitação dessa associação, seja a dificuldade que o ser humano tem de encarar os próprios instintos, visualizando-os somente como uma instância ruim, negativa. Eles cumprem a sua função, tem a sua importância e, sem eles, não teríamos uma permanência longa nesse plano físico.

sábado, 12 de julho de 2014

Oferendas a Xangô

Ingredientes:

quiabos(levando em conta o tamanho do alguidar ou da gamela);
azeite de dendê ou azeite de oliva;
1 alguidar ou gamela;
1 coité de coco ou de cabaça;
3 velas brancas ou marrons ;
cebola branca ;
cerveja preta .

Modo de preparo:

Refoga os quiabos no azeite com a cebola branca picada,e coloque a cerveja preta no coité,acenda as velas e faça com fé a tua preçe pedindo a Xangô,mas tome cuidado ele é o orixá da Justiça portanto avalie com razão e com equilibrio se você merece ou esteja preparado para receber tal benção.Se for oferendar na mata deixe tudo em cima de uma folha ou um pano e as velas acesas no terreiro e a bebida pode deixar tambem no terreiro.Pode também ser oferendadas em festas para o orixá ou em agradecimento.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Linguagem



Alessandra Fonseca

   
    O homem é um ser que fala. Podemos inclusive dizer que a faculdade da língua, antes da do pensamento, é o que diferencia o homem dos outros animais efetivamente. Tanto a palavra quanto os símbolos existem apenas no universo humano. No entanto, a palavra não é apenas a expressão sonora ou escrita dos pensamentos. Podemos vê-la em ação em Libras – a linguagem dos sinais utilizados pelos surdo-mudos – ou na imagem retratada em uma obra de arte, por exemplo. Podemos registrá-la nos pontinhos do Braille ou em símbolos musicais. E por quantas outras vezes o silêncio fala mais que mil palavras? Tudo isso constitui nossa linguagem.
    É comum, por outro lado, nos referirmos ao processo de interação dentro de um grupo específico de animais como ‘linguagem’. Dizemos, por exemplo, que as abelhas ‘dançam’ quando querem avisar outras abelhas onde encontraram pólen. De fato, há aí uma forma de comunicação. Contudo, ela é caracterizada principalmente por reflexos e instintos, regidos por leis biológicas, idênticas e imutáveis dentro da espécie: as abelhas sempre dançarão quando quiserem avisar as outras abelhas sobre a existência de pólen em determinado lugar.
    Analisando mais atentamente e, sobretudo, considerando que este padrão se repetirá até que a espécie sofra uma mutação genética é possível afirmar que tal comportamento não tem história, não é refletido e, portanto, a ele não se atribuem finalidades. Apenas, repete-se cegamente o padrão instintivo da espécie.                        
    É chegado, então, o momento de nos diferenciarmos dos outros animais.
    Do homem espera-se que esteja consciente da finalidade de suas ações. Para isso, as ações se manifestam primeiramente sob a forma de pensamentos (imagens, palavras – símbolos!), como uma possibilidade e, executá-las dependerá da escolha dos meios necessários para que se alcancem as finalidades propostas. Desta forma, podemos também afirmar que no que tange ao homem, cada ação proposta demanda uma reflexão, uma análise baseada no conhecimento prévio de mundo, através de uma leitura ora consciente ora inconsciente dos símbolos com os quais já cruzou ao longo do seu caminho.
    Através dos símbolos conseguimos elaborar uma imagem acústica – linguagem também! - que nos distancia da realidade vivida e, desta forma, nos permite reorganizá-la e dar a ela um novo sentido. O símbolo funciona para nós como um guia que nos leva a reflexões interiores – um caminho, um meio e não um fim.
    Neste ponto, vou contrariar algumas escolas filosóficas modernas que acreditam que o que não pode ser articulado verbal ou racionalmente não tem sentido ou verdade e vou explicar o símbolo como a ponte entre a alma individual e a psique da espécie, ou seja, o fio condutor do que Jung denominou de Inconsciente Coletivo, onde residem as experiências humanas de todos os tempos, do passado, do presente e do futuro. E é aqui que começamos nossa conversa sobre o Tarô.
   

O Instinto da Alma

   
    As figuras das cartas do Tarô nos contam uma história simbólica. Elevam-nos a um nível que nossa consciência e nosso intelecto não alcançam.Representam, através dos símbolos que carregam, os ‘arquétipos’ que podem ser informalmente explicados como ‘o instinto da alma’, pois atuam na psique da mesma maneira que os instintos atuam no corpo. Bem como os instintos do corpo, a forma específica de atuação dos arquétipos varia de pessoa para pessoa e de cultura para cultura. No entanto, seu caráter essencial é universal.
    A prova disso é que todas as culturas têm Mãe, Pai, deuses bons e ruins, seres apaixonados representantes do amor, um pajé, um velho sábio, uma entidade mágica. Isso porque, bem como nossa vida biológica, a nossa vida psicológica parte de uma mesma essência: a essência da espécie humana.
   

A Ética


    Acredito que todas as pessoas que trabalham com o Tarô sejam abordadas por outras pessoas que querem saber a respeito do Tarô. Quando isso acontece comigo (e acontece com muita frequência) eu explico tudo o que escrevi aqui.
    Passeio pelas várias linguagens existentes, passo pelo caminho das infinitas imagens acústicas que utilizamos para designar e atuar sobre as existências, entro no campo do livre-arbítrio e dos instintos do corpo e da alma. Depois, me meto a uma breve análise de mitos comparados para chegar ao inconsciente coletivo e, por fim, muito simplesmente respondo que o Tarô é um alfabeto simbólico constituído por imagens arquetípicas (retratos daqueles arquétipos lá de cima), que trazem à consciência as imagens que a alma está vivenciando num dado recorte do espaço-tempo.
    Ao final, meu ouvinte decepcionado vem me dizer que não pode ser assim, que para lermos o Tarô precisamos ter sido agraciados por um dom divino. Tarô demanda estudo e, como exemplifiquei aqui, o estudo do tarólogo deve ir além dos métodos de tiragem e memorização engessada do significado divinatório das cartas.
    O tarólogo tem que conhecer os símbolos, tem que saber contextualizá-los, tem que entender que os símbolos são os alicerces da diferença entre um homem e um animal irracional, tem que conhecer da história do Tarô e da história humana, tem que conhecer dos instintos do corpo e dos instintos da alma e, além disso, tem que escolher as palavras com que vai expressar as suas leituras por ter diante de si, do outro lado da mesa, um ser - humano cheio de dores e incertezas.
    Talvez esteja aí, em todos os nossos ‘tem que’, o dom divino com que fomos agraciados.

sábado, 5 de julho de 2014

Boiadeiros - Espíritos que socorrem as almas decaídas



 Os espíritos que pertencem a esta linha assim como os Caboclos são sisudos, justos, aguerridos, mas costumam falar mais que os Caboclos.
  Usam a forma de “plasma” de espíritos que foram fazendeiros, tocadores de gado, vaqueiros.
   O arquétipo da Linha dos Boiadeiros é do peão sertanejo, do vaqueiro dos pampas sulistas, do tocador de gado do sudeste/Centro-Oeste. Lidando com a vida no campo. Existe no Plano Espiritual foram além de vaqueiros e domadores de cavalos foram solados de montaria e etc... Já que o cavalo é um animal que teve grande utilidade para a humanidade.
    Manifestam-se para com os seus conhecimentos auxiliar pessoas que estejam passando por momentos muito difíceis. São espíritos combativos, inclusive cortando magias negras, conseguem promover um “choque” liberando energias positivas, afastando os espíritos obsessivos.
  Assim como nas outras linhas nem todos foram “boiadeiros”, mas se identificaram com o padrão desta linha e escolheram trabalhar nela porque nos traz uma energia vigorosa, muito útil nas quebras de energias negativas, para desfazer cristalizações mentais negativas por isso eles atuam na Linha de Oiá-Tempo e Iansã.
    São sustentados por Ogum, Xangô por isso eles são verdadeiros “soldados” atuando nos campos da Lei e da Justiça Maior, vigiando e purificando os seres e capturando seres decaídos nas Trevas.
   O vem sobre a vibração de São Francisco, o santo padroeiro da Linha, pois ele viveu de forma simples honrada e justa e também que São Francisco atua na Linha de Oxalá também chamada Linha de Santo, e atua também na Linha do Tempo.
   Quando gira o laço cria campos magnéticos, ondas espiraladas do Tempo onde o Boiadeiro recolhe espíritos perdidos no Tempo e/ou irão desfazer energias negativas açuladas durante o tempo.
   Quando vibram o chicote eles recolhem espíritos estagnados na Lei e na Justiça Divina. É uma linha transitória criada por Ogum para que muitos Exus pudessem ascensionar a luz, galgando em novos trabalhos espirituais. Eles têm equinos de varias espécies no Plano Espiritual, obedecendo a seu montador apenas pelo pensamento dele, pois estes eqüinos têm a função de ajudá-los na Espiritualidade.
   Gostam de cerveja branca, cigarros, as oferendas são: feijão tropeiro, abóbora com carne seca, frutas do cerrado, caldo de mocotó. Gostam de dançar principalmente os toques samba cabula e barravento. Seus domínios são as porteiras, campinas e pastos.





sexta-feira, 4 de julho de 2014

Atendimento on-line:Atendimento on-line: :Uma alternativa aquariana para as leituras de tarô

                                                                                                         

                                                                                          Jaime E. Cannes



A consulta via Skype, telefone, Messenger, Facebook ou e-mail são alternativas criativas neste momento aquariano em que a comunicação é tão ampla e urgente quanto a necessidade de transformação da consciência e da qualidade da vida humana no planeta.
Incomodava-me demais o fato de não ter a pessoa presente para cortar o maço, colher as cartas, e me entregar para compor o sistema de leitura... Enfim, a falta de interatividade! Um encontro para uma sessão oracular é o cruzamento de dois inconscientes, destinos ou carmas, para quem assim prefere chamar, na busca por repostas para os dilemas pessoais quer sejam eles de ordem material, afetiva ou existencial-espiritual. Por esse motivo a presença do consulente parecia ser imprescindível para mim na ocasião. Mais tarde, em trocas com amigos de outros ramos do ocultismo e do holismo, fui alertado de que todas essas ligações não eram rompidas pela distância física. Se a consciência portadora daquele inconsciente, destino ou carma se manifestava procurando determinado leitor em um dado momento para uma consulta, a conexão estava feita e pronto! No começo desconfiei, mas depois me convenci de que meu incômodo era o maior empecilho para a realização deste trabalho. Afinal lembrei de que tanto na física quântica quanto na espiritualidade toda a ideia de separação, isolamento ou distância é causada por nossa consciência ilusória e inferior. Na verdade tudo e todos estão permanentemente conectados.               
Por esse motivo acabei cedendo com o tempo ao apelo de alunos e clientes que, ao se mudarem para outros estados e cidades, insistiam em continuar fazendo leituras comigo. Para tanto senti imensa necessidade de encontrar um modo próprio de trabalhar com as cartas em consultas on-line, do mesmo modo como construí a forma do meu trabalho presencial com o tarot.
Fui procurar referências de como isto era feito por outros tarólogos que acompanho o trabalho ou os baralhos que criaram como Vicki Noble, Karen Vogel e James Wanless. Este último não deu grandes referências de como realiza esse trabalho,  mas  insiste  para
que seja feito via Skype. Noble e Vogel preferem que os consulentes façam perguntas via telefone ou que as mandem por escrito via e-mail.
Esses modelos não me pareceram satisfatórios! Por fim decidi que operaria mais ou menos como faço com as leituras presenciais, abriria uma Cruz Celta, e uma ou duas leituras complementares para avaliação geral do momento, e depois me disponibilizaria para as perguntas que o cliente tivesse.
Em consultório eu costumo utilizar os arcanos maiores e menores misturados. Sinto assim as leituras se tornarem mais claras, limpidamente precisas e muito mais objetivas. Meu olhar é levado direto ao que realmente interessa no momento da consulta. Curiosamente eu não tive a mesma percepção ao elaborar as consultas on-line! Senti imensa necessidade de me utilizar apenas dos arcanos maiores no processo, e não racionalizei muito sobre isso enquanto definia este padrão, mas é claro que o fiz depois. Vejo os arcanos maiores como a trajetória da alma ao longo desta vida, e as cartas dos arcanos menores como o reflexo dasvivências desta jornada em nossa personalidade (cartas da corte) e em nosso mundo prático imediato (cartas numeradas).
Com apenas os arcanos maiores na mesa eu observo os passos mais significativos na jornada individual e deixo que meu processo psíquico-intuitivo forneça as informações adicionais. Sem falar que me pareceu depois que os detalhamentos oferecidos pela inclusão dos arcanos menores poderia criar reações emocionais intensas que somente a presença humana do leitor e a troca de vibrações com ele através da sua presença ou olhar, por exemplo, poderiam sanar. É evidente que não quero dizer com isso que este é o “melhor método” ou o “mais eficiente” para se fazer uma leitura on-line. Estou apenas dizendo que este é o que me parece fazer mais sentido e que, até agora, me satisfaz mais.
Não aconselho ninguém a substituir uma consulta presencial por uma consulta on-line. Pelo exemplo que citei no início deste texto seria como afirmar que o contato humano virtual é mais satisfatório que o real! E todos nós sabemos o quanto isso é falso.
Por muito tempo me esquivei dos atendimentos on-line. Eles me pareciam extremamente frios e destituídos do propósito essencial de uma leitura oracular, que é o de aproximar duas pessoas para uma interação simbólica mútua de autoconhecimento e sondagem dos eventos do tempo dentro inconsciente coletivo da humanidade. Ou dentro de uma perspectiva mais espiritual, uma imersão no mundo dos símbolos para comungar mutuamente com o Eu Superior, ou presença divina, de cada um visando o desenvolvimento pessoal! Para mim a leitura oracular é algo de tão intensa intimidade, que quando me perguntavam qual seria a diferença entre uma leitura presencial e uma leitura virtual, eu dizia que era a mesma diferença entre o sexo real e o sexo virtual! Não há como comparar! E eu continuo com esta opinião.